sexta-feira, 2 de julho de 2010

capitulo1 parte3

desculpa pela demora mas tava ocupada com trabalhos da escola ai vai o

A força que ela ganhara vinha da terra e do circulo k, um rancho construido apenas com determinação e sonhos de seu avo. O pai nascera naquela casa; os pais e o irmão mais novo haviam morrido ali. Nos ultimos quatro anos, em especial, naquela estancia se tornara para ela um oásis da segurança; um verdadeiro refúgio, longe do resto do mundo. Não podia perde-lá agora.

Mais tarde, naquela mesma noite, de volta ao escritório do avo, Vanessa, de pijamas, sentou-se atrás da escrivaninha, Não conseguia dormir. Desejava andar pela campina, mas n tinha certeza se os assassinos do avo, ainda estavam por perto. Durante toda a semana, ela e os empregados haviam tomado todo o cuidado, andando sempre em pares.

o xerife e os empregados do rancho tinham vasculhado a parte nordeste da propiedade na tarde do atentado a seu avo. Nenhum sinal fora encontrado dos responsáveis, e ela ainda não tinha ideia do porque de ele ter sido morto ou do que ele quisera dizer quando o fizera prometer que manteria a estancia a salvo. Sabia apenas que não podia confiar em ninguém, nem mesmo no tio.

Agora, tarde da noite, sentada no escuro, a solidão doía, e era possivel pensar em qualquer coisa com exceção da falta que o avo fazia. A presença dele ainda pairava na sala.

Vanessa fechou as cortinas sob a luz da lua, porém o lampião iluminou a coleção de esporas em cima da lareire. Uma corda de crina trançada até a metade ainda estava pronta, e o cachinho favorito dele descansava atrás dela, em uma das prateleiras. O cheiro de tabaco fazia era parte do ambiente e, a qualquer minuto, ela esperava ouvir seus passos no corredor.

Engoliu um seco, tentando deter o choro, no entanto lágrimas teimavam em cair por suas faces, impaciente ela as enxugou com a certeza de que havia chorado mais na semana passada que passara do que em toda sua vida.

Chorar não consertaria nada. Ela sobrevivera ao interro da família. Aguentara a humilhação de dois noivados desfeitos... Aprendera que a vida não era justa.

obrigada pelos comnts

quarta-feira, 16 de junho de 2010

capitulo 1 parte 2

escrita por peggy daniels

- Garanto que o documento é legal e os termos não podem ser mudados. O casamento é a única maneira de herdar o rancho- Bancroft disse, olhando-a por cima do oculos.
- Seja racional, Vanessa apesar de se achar hábil, nem voce mesma acredita que pode cuidar sozinha de uma estancia de mais de quarenta acres com cinco mil cabeças de gado. E nenhum dos empregados ficará feliz em receber ordens de uma mulher- Vernon desdenhou
- Vernon tem razão- acrescentou o advogado.
- É melhor que seu tio assuma a responsabilidade por voce e pelo rancho, a menos que pretenda se casar.
- Vanessa nao tem tido muito sucesso em laçar um marido. Indignada, ela encarou o tio, que parecia ter certeza de que ela não cumpriria os termos do testamento. Ele a estava subestimando se achava que ela lhe entregaria o rancho tão facilmente.
- Pois saiba que sei tanto sobre gado quanto meu avo, e muito mais que voce gostaria de ter aprendido. Conheço cada pedaço destas terras. Sei reunir as cabeças e marcá-las desdi que aprendi a montar. Posso e vou gerenciar a estancia!
Além do mais, se o avo quisesse que o filho ficasse com o rancho, teria determinado isso no testamento. Agora, mais que nunca, ela percebia que não podia confiar no tio.
Apenas uma semana antes, ela estava no curral, observando as travessuras de um par de potros recém-nascidos, quando o avo entrara no pátio, após ter subido ao topo de uma das montanhas para checar as condições do pasto e da água.
Ela havia sorrido e acenado ao ve-lo se aproximar.
Seu sorriso, porém, logo sumira. Quando ele se curvara sobre a sela, tinha corrido na direção dele e tentara impedi-lo de ir ao chão, sem sucesso.
- Dois homens... no pasto norte... - ele havia dito, ofegante e lutando para respirar.
- Shh! Não tente falar! Deixe-me levá-lo para a casa e mandarei Floyd buscar o medico na cidade.
- Não há tempo, querida. Ouça-me.... - o avo a tinha agarrado pelo braço, as mãos manchadas de vermelho. Seu casaco se abrira, exibindo a camisa encharcada de sangue.- Não contei a voce sobre os probelmas que temos tido. Alguém quer nossas terras... Cuide delas, Vany. Prometa!
- Prometo, vovo! prometo tudo...- ela havia afirmado, as lágrimas ja descendo pelas faces.
- Não confie em ninguém, querida... Nem em Vernon
Assim dizendo, seu avo ficara inconsciente.
Ela ainda tinha gritado para os empregados. No entanto, sabia que era tarde demais.
Voltando ao presente, Vanessa se levantou da cadeira e foi em direção a janela. Respirou fundo, tentando controlar a dor e o medo que a invadia, sabendo que Vernon perceberia qualquer sinal de fraquesa. Lá fora o sol de verão se mostrava a pino, quente e brilhante. O gado. de chifres longos e predominantemente vermelho e branco, pastava em um gramado verdejante a perder de vista.

continua

Cris e line obrigado pelos comentários adoro-vos

terça-feira, 15 de junho de 2010

capitulo 1

escita por peggy daniels

- Eu Matthew everett hudgens, encontrando-me em prefeito juizo e enetendimento, deixo, por meio deste, a importancia de dez mil dolares para meu ultimo filho vivo vernon cyrus hudgens. Para minha neta, Vanessa hudgens, concedo todas as minhas posses, incluindo a estancia, sob a seguinte condição: Vnessa deve estar casada ou se casar dentro de dose meses.- leu o advogado abner brancroft sentado atrás da pesada mesa de carvalho.
-casada?- Vanessa entou, não acreditanto no que ouvira
- caso não cumpra a condição, minha neta herderá a quantia de dez mil dolares, e ao a posse da estancia passará ao meu filho vernon- prosseguiu bancroft
- vovo nunca insitiria em algo tão impossivel, há algo errado- ela afirmou em panico e respirou fundo. Ficar histérica não ajudaria em nada.
-o único erro do meu pai foi tolerar essa sua obsessão pelo rancho. voce sabe tanto quando eu que o lugar precisa de um homem no comando- Vernon se manifestou pela primeira vez desde a leitura do testamento começara, fulminando a sobrinha com os olhos.
- Ele não tolerava meu interesse. Ele me incentivava.
Eos ternos do testamento não tem nada ver com a minha capacidade de gerenciar a propiedade.
severo e inflexivel. Esses seriam bons adjetivos para descrever Matthew hudgens. Apesar da rigidez do testamento, Vanessa sabia que o avo a amava.Com os anos ela ganhara seu repeito ao aprender tudo que se relacionava com gado e com cavalos da raça Mustang. Jntos eles haviam feito planos ambiciosos para o futuro. O avo valorizava seua conselhos, contava com sua ajuda. Ate desistira das tentativas de deixa-lá mais femenina.

No entanto, não cessara os esforços em ve-la casada e ter filhos, principalmente homens,para que estes tomassem conta do império erguido
-essa é a ultima tentativa desesperada do vovo em me ver casada. E não funcionará- ela falou ao advogado.


por hoje é so bjs

terça-feira, 8 de junho de 2010

introdução

oi sou a Any, esse blog é de historia de zanessa espero que gostem é escrita por peggy daniels


noivo por encomenda ocorrida em 2004 no estados unidos

um casamento temporário....
ou um amor para sempre?

depois de sofrer duas desilusões vanessa hudgens disistiu do amor, porém ela jamais desistiria do rancho da família. o seu avó estipulou um testamento que, para ter direito ao rancho, ela deveria se casar. por isso, Vanessa decidiu procurar um marido....temporário. mas o noivo encomendado que apareceu não tinha nada a ver com o escriturário timido e discreto que respondera ao anúncio... e seus beijos ardosos a faziam esqueçer que eles iam se casar apenas no papel.

esta ai a introdução espero que gaostaram